Este blog não deverá mais ser atualizado com tanta frequência.
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Descrevo minha experiência nos cursos de iniciação de Frequência de Brilho. No presente momento cursei até o módulo VII. Embora tenha canalizado há anos, somente em janeiro de 2011 Christine Day recebeu autorização para lecionar os níveis XV e XVI. Comento minha opinião de cada módulo como um todo e depois menciono o fatos mais relevantes ocorridos a cada dia.
Aqui eu me solto e utilizo um linguajar mais leve, pois as mémórias de cada módulo de FDB que cursei são uma festa que eu celebro comigo mesmo.
Ressalto antes três notas de relevo:
i) O que descrevo aqui são minhas experiências. Eu não posso dizer que tenho uma mediunidade desenvolvida, não escuto, não vejo, tenho pouco conhecimento acerca da matéria paranormal, mística, espírita, transpessoal ou o que quer que seja. Sou formado em Relações Internacionais e mestre em Política, por isso também não posso afirmar que tenho estudos formais na área. Não me acho um cara brilhante, que tem insights majestosos acerca de diversos temas. Pelo contrário, gostaria de ser mais inteligente, sensível, sensitivo e compreender melhor meu entorno. O que posso afirmar é que sempre procuro ser consciente dos meus atos, eu não bebo, não fumo e nunca usei drogas. Também logro afirmar que consigo fazer relativamente bem o que me proponho a fazer. Sou esforçado e na maioria das vezes sou honesto comigo mesmo. Conheço meus dons e habilidades, e da mesma forma reconheço meus limites e me respeito por isso.
ii) Hoje, com o que já presenciei, acredito piamente que FDB é uma expressão divina. Por alguma razão Deus decidiu que chegou a hora do planeta receber esse trabalho. Por meio de “guias, anjos, mestres e seres ascencionados” nos foi permitido que qualquer pessoa consiga desenvolver a capacidade de canalizar uma força curativa que a ciência convencional não explica prontamente. Como é possível que por meio de toques no corpo, as vezes nem mesmo tocando a área que se deseja trabalhar, alguém pode ter a saúde influenciada? Mais que isso, quem em sã consciência acredita que uma pedra de quatzo, um cristalzinho colocado sobre o corpo, ou uns mantras recitados reiteradamente em determinada sequência, pode curar um órgão do corpo, aliviar um trauma emocional profundo ou mesmo permitir expansão de consciência? Faz algum sentido acreditar que movimento aleatório das mão na cabeça possa de fato corrigir disfunções cerebrais, curar células danificadas, ativar neurônios para que passem a exercer função de outros neurônios que estão permanentemente comprometidos?
Como tudo isso é possível? Eu sou de uma família de médicos. Como explicar para eles que isso ocorre?
Como diz uma personagem de Ariano Suassuna: “Eu não sei. Só sei que é assim”.
Apesar de emotivo, eu tento seguir no dia a dia uma linha de conduta racional. Posso até ter fé em algo, mas preciso de retorno e ter resultados práticos para continuar exercendo o que quer que seja. E com Frequências de Brilho eu vejo resultados mais que surpreendentes nas mais aleatórias situações, sejam amenas, delicadas ou graves.
iii) A cura que a pessoa precisa, merece e decide(*) receber será dada, não importa em qual nível o praticante de FDB esteja. É óbvio que quanto mais alto o nível do praticante de FDB, mais expandido é -em teoria- a consciência deste indivíduo e mais energia a pessoa tem capacidade de integrar e canalizar. Percebo, entretanto, que FDB é em sí quase uma consciência universal. Por isso não consigo imaginar Deus, ou os pleiadianos (os seres ascensionados que trouxeram o trabalho ao planeta), apontando o dedo e dizendo “esse rapaz tem apenas o nível um, não vou permitir que a situação da pessoa que ele cuida seja plenamente tratada”. Tenho algumas experiências interessantes de verificar processos curativos em casos diversos que em teoria deveriam ser recomendados para pessoas de níveis mais avançados. Entendo que se existe um caso severo e o terapeuta não se sente a vontade de trabalhar, e conhece alguém que talvez esteja mais apto, que passe o cliente, mas que de forma alguma se sinta inferiorizado. Na página Minhas experiências tem meus relatos onde menciono os casos de AASL e SQ.
Menciono isso também para enfatizar que recomendo que qualquer pessoa faça o nível I de formação em Frequências de Brilho. Não se preocupe em aplicar em outras pessoas, não se pressione, não se sinta obrigado. Faça o curso para você mesmo, para sua própria ascensão. Como já mencionado em outra página, poder canalizar a cura em outras pessoas é um bônus. Saiba que quando a pessoa já se cuida, quando expande a percepção, o universo se cura com ela.
FDB para mim é algo científico. Mas não científico no sentido de que “se eu faço A saberei porque B ocorre”, mas científico no âmbito que “Se eu faço A ocorrerá B”.
(*) Quando menciono que a pessoa decide o nível de cura que quer, essa decisão por vezes não é consciente ou mesmo já foi tomada antes do nascimento. Pode ser que o tempo que a pessoa permanecerá neste plano realmente não importe mais. Ilustro com o exemplo de uma pessoa que esteja em fase terminal internada em um hospital. Pode ser que a cura definitiva para este espírito em questão seja o desencarne da presente experiência terrena. Nestes caso o que FDB fará é permitir que a passagem seja a mais delicada e consciente.
Nível I – Formação em Frequências de Brilho
Cheguei a Imbassaí na expectativa de alguma forma expandir minha consciência e aproveitar cada instante no sentido de absorver toda a energia possível. Posso dizer que isso ocorreu.
Cada dia é diferente, mas existe um padrão mínimo de procedimentos que se repetem com grau maior de constância.
As pessoas são postas de forma circular e os professores ficam juntos e o tradutor, se for o caso, fica de frente para eles. O lugar que uma pessoa se senta no primeiro dia permanece até o final do nível.
Na parte da manhã ocorrem as intenções e partilhas. Na intenção a pessoa expressa o que deseja, o que necessita. A partilha é momento para compartilhar qualquer coisa que mereça destaque, seja de que natureza for. Costuma ser brando no primeiro dia. A partir de então vemos explosões de emoções por parte das pessoas, verdadeiras catarses individuais que por vezes contagiam todo grupo. É basicamente uma forte terapia grupal. Quando a pessoa solta o que prende, o que faz mal, a impressão que me dá é que libera parte desse mesmo peso de todos do grupo. Pode durar até duas horas.
Ainda na parte da manhã ocorre algo que consegui me entregar de coração, que tem consequência muito interessantes e até hoje faço em casa: a formação de pirâmide. Sentamo-nos com mais três colegas formando um quadrado perfeito. Aos cuidados do professor, nos conectamos com a pessoa da esquerda, depois da direita e então com o da frente. Formamos a base. Logo, nos conectamos com o ápice, saudamos, esperamos a resposta e a pirâmide está formada. A partir de então deve-se deixar a mente de lado e aceitar qualquer coisa que ocorra, sem jugar. Os resultados podem ser surpreendentes se a pessoa se deixar levar.
No meio do círculo existe um triângulo formado por três velas e no meio insere-se um cristal de cada professor. Os cristais são para serem segurados após cada atividade para que se possa "integrar" o trabalho, ou sedimentar a energia absorvida. Não duvido que também seja uma forma de comunicação seja com o que for. Após alguns dias temos o cachimbo no vórtice, que trás para o grupo a energia xamânica, a força da natureza. Pode-se pegar os cristais e o cachimbo a qualquer momento, uma vez autorizado pelos professores.
Pode ocorrer alguma atividade pela manhã, mas o trabalho de maca em geral é a tarde. Os professores definem os pares que irão trabalhar no dia. É feito por parte do professor que coordena o nível a demonstração de todos os pontos a serem trabalhados para que todos observem juntos. Então, na hora do trabalho propriamente dito, uma pessoa deita enquanto o outro aplica e depois trocam. Cada ponto é transmitido para cada pessoa, seja individualmente ou em grupo, mas tem que ser transmitido. Essa é a iniciação propriamente dita, que ocorre todos os dias até se completarem todos os pontos. No nível I são aproximadamente 240 portais.
O circuito de macas fica disponível para todos no período da noite. Eu recomendo veementemente. Coisas acontecem e tive algumas experiências.
Dia 1 – 16 Nov 2009
Esse meu curso de formação foi o primeiro curso que Miklos lecionou.
Não anotei se houve intenções e partilha.
Logo de manhã ocorreu a abertura do coração e tiramos pelo menos três véus-membranas. As cores das membranas que estão aqui são branca, rosa, roxo e grená.
Obtivemos após a atividade o direito de integração com o cristal, foram passados de mão em mão.
Primeira formação de pirâmide. As cores das linhas de conexão que me ligou com as pessoas foram vermelha, preta e verde. Cada vez que eu faço a formação a conexão ocorre de alguma maneira, seja por meio de fios, de ondas, qualquer coisa de qualquer natureza pode me ligar com quem está na formação comigo. Eu não me critico, ou julgo minha mente, apenas me permito vivenciar.
A tarde fomos iniciados no Estágio Um. Minha parceira foi Leonor. Um senhora muito querida daqui de Brasília também.
Como ocorreu nas minhas primeiras trocentas sessões que apliquei, minhas costas doeram muito.
Dia 2 – 17 Nov 2009
Intenções.
Partilha.
Aprimoramento da formação da pirâmide sagrada. Processo parecido com o dia anterior, mas do ápice desce uma luz até o centro da pirâmide, uma coluna, e por ele vem uma aspiral.
Explicação e demonstração das sequências que serão apresentadas de tarde.
Ocorreu algo ímpar. Recebemos duas transmissões por meio olhos dos professores.
Trabalho de maca. Minha parceira foi Ana Cláudia.
A noite fui para o circuito de maca. Fui todos os dias do nível I para o salão.
Dia 3 – 18 Nov 2009
Intenções e partilha.
Recebi meu primeiro presente. Na formação de piramide depois de conectado com o ápice e de sentir a coluna de luz descer até a pirâmide vi um enorme símbolo do infinito descendo, girando como uma hélice. O símbolo parou na minha frente, cor de musgo, então entrou dentro do meu peito, foi absorvido como se fosse uma tatuagem interna.
Ressalto a importância de se deixar levar pelo que quer que seja. Sem crriticar-se, sem expectativa, apenas deixe acontecer.
Duas transmissões ainda na parte da manhã.
De tarde trabalho de maca e duas sequências grandes e lindas. Na segunda abriu-se a visão espiritual e tiramos um véu do cérebro.
Parceiro foi Eduardo.
Dia 4 – 19 Nov 2009
Partilha.
Formação de pirâmide. Aprofundamento do dia anterior.
Agora as pessoas que formam as pirâmide comigo são fixas: Heloísa na minha esquerda, Cristhian na minha direita e Maricy na frente.
Outra partilha.
Trabalho de maca na manhã. Meu parceiro foi Reynaldo.
Trabalho de maca a tarde. Iluminação de locais do cérebro nunca utilizados.
Dia 5 – 20 Nov 2009
Partilha. Na partilha desta manhã duas coisas interessantes. Leonor disse que recebeu um presente, que um cristal foi materializado na cama dela. Vilma falou que conseguiu ver a energia do trabalho de Frequência fluindo. Se era um cristal miraculoso ou uma bijoteria caída de um brinco qualquer, se viu o fluxo de energia ou se estava apenas com a vista cansada, a verdade é que não importa. É a experiência delas.
Eu não vejo nada, eu não sinto nada. Não sei se isso é bom ou ruim. Aceito pois sou eu.
Pirâmide.
A tarde maca. Rosane foi minha parceira. Trabalhamos a energia do aspiral.
Hoje foi um trabalho bem legal. Foi o dia da “Jornada Sagrada da Mama”.
Dia 6 – 21 Nov 2009
Descanso.
Dia 7 – 22 Nov 2009
Partilha. Algumas pessoas podem achar que um tipo de formação como o de frequência é algo que é possível se levar de forma tranquila. E de certa forma é. Mas nem todos conseguem sustentar a energia. Meu colega de quarto, Marcel, supreendentemente avisou o grupo que não mais permaneceria no curso. Disse que não é o que queria, que não estava preparado para isso. É estranho que por mais que o tenha conhecido somente poucos dias atrás, a decisão dele me deixou sensibilizado.
Formação de pirâmide. Hoje o cachimbo foi introduzido no vórtice.
Teve trabalho de maca na parte da manhã. Duas transmissões pelos olhos.
Minha parceira foi Egly. Pela primeira vez fui terapeuta primeiro, não comecei o trabalho de maca deitado.
Neste dia foi trabalhada a energia do “Let Go”, ou simplestemente soltar. Traduziria mais como “desapego”.
Hoje também foi trabalhado um ponto muito lindo, que faz um túnel da garganta do terapeuta até o tornozelo. Foi bonito, sensação muito boa. Se conto para uma pessoa que não está inserida no meio que é possível curar algo, que nem sei dizer o quê, por meio de visualizar um canal de energia que vai de minha garganta até o tornozelo de uma pessoa vão achar que eu sou mais doido que já aparento. Melhor ficar calado.
Nossa colega Bianca teve algo nas pernas e mal podia se locomover. Coincidentemente neste dia foi trabalhado uma varredura energética nas pernas.
Na parte da tarde enquanto deitado na maca eu fiquei extremamente impaciente e desgostoso.
Dia 8 – 23 Nov 2009
Partilha.
Pirâmide.
O trabalho de maca hoje é meio desnorteador. Bianca foi minha companheira.
Foi trabalhado hoje a “Linha de Poder”. Trabalho forte, muito forte. As sensações no corpo de quem aplica são extremamente dolorosas, em especial nas mulheres. Meu grupo devia ter umas 35 pessoas, destes umas 28 mulheres, no mínimo. Se três escaparam do desespero absoluto enquanto aplicaram o trabalho acho que foi muito. Como estava na maca primeiro fiquei meio assustado. Era grito, choro, desespero. Totalmente inexplicável essa reação. Bando de loucos.
Quando fui terapeuta de tarde estava racionalizando o que poderia fazer para realizar um trabalho bem feito e ao mesmo tempo fugir de qualquer dor que poderia me ocorrer. Sou extremamente fresco com isso, não gosto de dor. Ponto.
Imaginei que se me movesse muito durante a aplicação, contanto que me focasse nos pontos a serem trabalhado, não deixaria qualquer tipo de energia se acumular e fugiria da dor. Então, enquanto aplicava fiquei mexendo as pernas e pulando no mesmo lugar. Não sei se a razão foi essa de não ter sentido dor, mas o fato é que não senti nada. Permiti-me, contudo, soltar gritos altos que fluiram de forma muito natural. Em certos momentos, ou vários, gritei muito alto. Meio doido esse tal de Leonardo.
Ao fim do trabalho foi tirado uma espécie de selo energético e desse selo seria dado um presente a cada pessoa. Meu selo veio com a seguinte frase “Tenho uma passagem para todos os meus desejos”.
Dia 9 – 24 Nov 2009
A partilha hoje foi muito forte. Várias pessoas passaram por verdadeiros piripaques pessoais e muitas foram parar no chão. Que bom, algo foi trabalhado na cura de todas essas pessoas. Entendo que essa cura também me foi dada a reboque. Por mim está tudo bem.
Neste dia tive duas experiências que merecem destaque.
Na formação de pirâmide eu me vi em duas vidas. Em uma eu matava quatro pessoas por dinheiro, depois de já ter matado três. Em uma existência seguinte tive minha família toda assassinada na minha frente. Pancada.
Quando vim para o salão noite passada estava deitado em uma das macas e me vi de pé em algum lugar. Vi um menino aparecer, deveria ter cinco anos. Era um menino bonito, de olhos vivos e cabelo meio ondulado. Nunca o vi na minha vida, não tinha a menor idéia de quem seria. Mas me passou uma tranquilidade muito grande ver aquela imagem inocente. Ele tinha os olhos fixados em mim e parecia feliz. Subitamente houve uma espécie de conexão telepática e ficou claro quem era: meu filho. Então reparei nos traços e de fato não tinha como negar. E logo a imagem se dissipou. Eu partilhei essa experiência no círculo. Uma colega me disse que era a criança interna. Um outro colega médico que estava no grupo disse que foi pura alucinação, que estraga prazer.
No trabalho de maca foi trabalhado uma força com ondas. A primeira te eleva suavemente, a segunda te dá um tapa no peito e a terceira é um maremoto que te mata.
Minha parceira foi Regina Maria Pavan. Um privilégio. Ela está no nível mais alto de Frequência e foi a assistente do grupo.
Dia 10 – 25 Nov 2009
Na partilha disse que estava vindo para o salão todas as noite e que teria perdido esta pois adormeci. Lá pelas três da manhã uma pancada na minha porta muito forte me acordou e alguém gritou “Leonardo”. Falei para entrar, nenhuma resposta. Levantei, abri a porta e ninguém, tudo calmo, quieto. Entendi que foi uma chamada. Fui para o salão.
Não formação de pirâmide (sempre nela!) eu vi um ser iluminado flutuando junto ao ápice, aliás, esse ser era o ápice. Ele dava estrutura a toda geometria sagrada. Esse ser era o meu “Eu Superior”.
O trabalho iniciático na maca hoje era sagrado, nas palavras de Miklos. Todos os dias são, aliás. Foi trabalhado o osso, a costela e o líquido espinhal (tanto na versão energética como na versão física).
Minha parceira foi a Vilma, que deste dia até o final do curso foi minha única companheira de trabalho.
Foi dito que trabalharíamos com pontos de nascimento e que estes seriam um presente que os pleiadianos nos concederiam.
Seriam quatro pontos. Em cada ponto nos seria dado uma lembrança. E assim ocorreu.
No primeiro ponto eu vi um pequeno horizonte, escuro, como se fosse um anoitecer, nuvens cinzas.
No segundo ponto eu não vi nada. Mas senti. Senti a o amor profundo de mãe, o amor que a minha mãe sentiu quando me teve. O amor que ela teve quando me olhou pela primeira vez. Foi maravilhoso ter meu coração inundado por esse amor. É isso o significado de amor incondicional.
No terceiro ponto eu também não vi nada. Mas senti. Senti o amor profundo de mãe, o amor que uma mulher sentiu quando teve o meu filho. O amor que ela teve quando olhou nosso filho pela primeira vez. É indescritível poder sentir o que eu senti, um amor de mãe sem limites.
No quarto ponto eu ví um vasto horizonte, de luzes neon roxas com nuvens pretas. Era um quadro muito maior e mais amplo que o visto no ponto um.
Dia 11 – 26 Nov 2009
Trabalho duplo de maca pela manhã.
Vilma foi minha parceira de trabalho.
Trabalho com os braços. Tal qual no dia anterior tive uma experiência que fugiu o escopo da normalidade. Neste ponto já não existia mais normalidade. Eu já estava entregue a um mundo sem limites, de possibilidade infinita.
A experiência ocorreria na ponte do braço esquerdo. Efren veio transmitir como seria e me disse que algo muito antigo, que me acompanha há muito tempo, iria se apresentar e que eu deveria me entregar por completo. Achei inusitado, pois ele fez essa mesma transmissão à pessoa da maca do lado e falou algo totalmente diferente. A vivência aqui seria personalizada e os professores sabiam, ou tinham um mínimo de noção o que cada um iria passar.
Tento narrar o que vivi da forma mais clara possível.
Um leão de pedra aparece de costas para mim, embora pequeno era robusto e devia bater na altura do meu joelho. Estava como que em posição de descanso, apoiando todo o corpo e as pernas no chão, embora com a cabeça ereta. Ele se torna vivo, de carne, se vira para mim, me passa energia e força. De alguma forma se comunica e informa que é um ser antigo e que sempre me acompanhou. A criatura pergunta se estou pronto para reviver.
Não esperou resposta de minha parte De alguma forma ele levanta a pata e faz três retalhos no meu peito, olho para baixo e vejo os três rasgos, a carne esta cortada mas em vez de sangrar sai um fluxo denso de energia vermelho escura.
Quando olho para frente o leão tinha ficado gigantesco. Ele coloca uma pata sobre minha cabeça e me afunda completamente no chão, foi tão fácil como se eu tentasse afundar uma moeda na areia fofa da praia. Então sou lançado para fora de meu corpo e vejo a situação de longe. O ser que relatei no décimo dia do curso, o meu eu superior que estava no ápice da formação de pirâmide, então aparece, fica de frente para mim, me olha nos olhos e flutuando vai para atrás de meu corpo. Então ele entra dentro de meu corpo, tornando-se um comigo.
O leão aparece, novamente do tamanho inicial, pequeno, flutuando na minha frente e me diz com uma voz rouca (dessa vez ele falou, não se comunicou telepaticamente) “Tudo o que você precisar, seja para construir ou destruir, é só me solicitar”. Desceu ao solo, virou-se de costa para mim, apoiou-se na mesma posição que o vi pela primeira vez e virou pedra novamente.
Teve uma partilha logo após essa experiência e eu fui o primeiro a levantar a mão para relatar a minha vivência. Sob a incredulidade dos outros, Milkos escuta o relato passivamente e após ouvir toda a história espera alguns instantes e diz “Recebo forte confirmação. Não esqueça o que te foi dito”.
Aham, como se fosse fácil esquecer um leão de pedra que se torna vivo, me rasga o peito, me enterra com vida, flutua, se comunica e me faz promessas.
Dia 12 – 27 Nov 2009
Neste dia nós aplicamos nossas primeiras sessões de Frequência em outras pessoas, sob o cuidado da equipe de professores.
Vilma foi minha parceira.
Dia 13 – 28 Nov 2009
Mais uma sessão de Frequência nos foi solicitado para aplicar.
Vilma foi minha parceira.
Por alguma razão não tenho anotado, não sei se o ritual xamânico foi nesta data ou na manhã seguinte. Foi um ritual belíssimo, com muita energia de vida, bonita.
Foi na verdade uma festa de celebração a vida. Simplesmente belíssimo. Indescritível a sensação de felicidade e abundância. Realmente uma celebração sem razão aparente. Se penso melhor é assim que a vida deveria ser, uma celebração contínua. Pura vitalidade e completude. As tais das quartas, quinta e sexta dimensões poderiam chegar logo.
Dia 14 – 29 Nov 2009
Ultimo dia do curso.
Foi deixado para a última manhã algo bem especial.
Nos foi transmitido o trabalho de cérebro.
Milkos fez a demonstração na Regina. A mulher parecia que não tinha osso no corpo, de tanto que se envergava e sentia o trabalho dentro de si. Miklos em certo instante deu um grito, meio pulo para trás e segurou as mãos juntas com as palmas para cima fazendo uma concha. “Tenho o cérebro energético dela em minha mãos. Um fluido azul esta sendo derramado por todo o cérebro”.
No trabalho de cérebro quando se toca os pontos 8A as disfunções cerebrais são corrigidas. No ponto 9A as celulas do cérebro são escaneadas, cura-se células cerebrais danificadas e ativa células não-danificadas para que exerçam função de células permanentemente danificadas.
As instruções para o trabalho de cérebro também são impar. Não se começa ou termina do coração, não se entra ou sai de portais, não há sequências, não existe regra ou padrões. Deve-se apenas estar à cabeceira da maca, começar pelos pontos 8A ou 9A e permitir que o trabalho aconteça.
O trabalho de cérebro não pode durar mais de 10 minutos e após terminado deve-se deixar a pessoa que recebeu o trabalho integrar a energia por outros dez minutos. Ela recebeu energia demais, não precisa receber mais nada do praticante, seja de que maneira for. Esses dez minutos são muito importantes.
Existe uma dieta especial que deve ser seguida para aplicar o trabalho de cérebro e o trabalho de cérebro somente, não sendo necessário para aplicar sessões de Frequência convencionais, excetuando-se as de nível II na parte frontal, que também realiza esse procedimento. Nas doze horas anteriores o praticante não pode comer carne vermelha, ingerir açúcar ou nada doce. Deve evitar bebidas alcólicas, não se pode fumar ou usar drogas.
É muito importante que antes da aplicação do trabalho de cérebro se use uma cueca vermelha na cabeça e cante a música “Vou de táxi” da Angélica.
Brincadeirinha, nada de Angélica. Joga o disco dela no lixo.
Voltando ao assunto, a única coisa que se pede para a pessoa que vai receber uma sessão de Frequência, seja de que natureza for, é que chegue sóbrio para receber o trabalho. Não existe restrição em relação a sexo e medicamentos, tanto para o a pessoa que aplica o trabalho quanto para quem recebe.
Trabalho de cérebro, por fim, é indicado para qualquer problema mental ou cerebral, casos que envolvam o sistema nervoso, imunológico e para traumas emocionais. Desde meu ponto de vista o trabalho de cérebro atua em muitas outras esferas e funções.
Eu tenho por hábito aplicar a drenagem de trauma e o trabalho de cérebro sempre após a sessão de Frequência. Só não o faço se pressinto que não devo ou não tenho autorização. Confio muito no trabalho e no que me é intuído. Estou, portanto, em constante dieta.
Como já escrevi aqui, Frequências de Brilho é um milagre personalizado com hora marcada.
Dois dias de acompanhamento
Antes de iniciar o curso do nível II, existe o período de dois dias no qual ocorre a expansão do trabalho de nível I. É muito mais que acompanhamento, é realmente uma iniciação. Esses dois dias me surpreenderam. Se no nível I o professor foi o Miklos Burger e no III viria a ser Efren Solanas, no acompanhamento e no nível II a instrutora seria a Arna Leshem. Que amor de mulher! Ela ao falar passa uma tranquilidade, uma calma, parece que te segura em nuvens de tanto amor que ela passa ao se comunicar contigo. Ter ela como professora é de fato um privilégio. Quando Efren (californiano) e Arna (israelita) lecionam é necessário a presença de um tradutor. Para mim tanto faz, meu inglês é fluente.
Dia 1 – 08 Dez 2009
Pela manhã tivemos contato com o “Assembly Point”, ou ponto de encontro. Nos seria dado o contato com a realidade “Multiplex”. Trata-se de escape da forma linear temporal tal qual nós conhecemos. Entendo que também é nosso primeiro contato, nossa adaptação com a capacidade de desdobramento multidimensional, a capacidade de estar em várias realidades ao mesmo tempo, que será trabalhado com mais profundidade em níveis mais elevados de FDB. Mas em relação a este último ponto eu posso estar equivocado. Ou mesmo em relação a tudo que eu mencionei neste site.
Durante o trabalho na parte da manhã tive a sensação do meu peito estar quente e molhado, como se alguém tivesse passado Vicky ou um Halls preto or dentro de mim.
Sônia esteve na minha esquerda, Estervânia à direita e Cynara na frente na formação de pirâmide. Sentia como se algo, uma linha saia de mim e me conectava com algo bem distante, acima de minha cabeça.
Tiramos três véus do coração. Na formação entro em um espaço localizado entre os cristais e o cachimbo, meu coração e o ponto de encontro.
A tarde no trabalho de maca refizemos o Estágio Um. Foi, entretanto, mais profundo. Em cada ponto da costela houve uma pirâmide com acesso ao Assembly Point. Logo após ocorreu o trabalho de cérebro. Cynara foi minha parceira.
Em algum momento tive um deja vú de outra encarnação. Vi meu pai. Esse relato, por amor, discrição e respeito a ele e à nossa história familiar, eu guardo para mim. Coloco minha mão no peito e agradeço a Deus pelos meus antepassados e minha história. Eu os honro e me honro. Obrigado Senhor.
Dia 2 – 09 Dez 2009
Intenções e partilha.
“Círculo de cura. Ocorreu uma expansão do círculo onde estávamos todos. Ampliou-se por toda a sala, pelo país, América do Sul, oceanos e continentes, e atingiu todos os seres da terra, do céu e da água”. Engraçado que eu não lembro deste relato em minhas anotações e não está tão claro. Não sei se foi algo que senti, se foi a vivência de alguém na partilha ou se foi algo que os professores induziram no trabalho. Mas está anotado aqui, tal qual descrito.
Hoje nos foi dado mais informações sobre o Ponto de Encontro (Assembly Point). É parte de nossa própria consciência. Possui uma frequência muito alta e não pode residir em nós, mas pode entrar e sair de nossos corpos, é uma centelha de luz que nos conhece por completo. É um professor, quando temos a percepção de onde está ele se abre para nós. O Assembly Point tem o dom de nos ensinar a respeito do Multiplex, que é a capacidade de receber mais de uma experiência e de vivenciá-la ao mesmo tempo.
No trabalho de aprofundamento com o Ponto de Encontro senti um ponto claro pequeno que se movia rapidamente por todos os lugares. Eu me vi de costas, como um vulto escuro. O Ponto de encontro aumentou de tamanho e criou um círculo de borda difusa ao meu redor. Mais uma vez a sensação de calor molhado dentro do meu peito. Aliás, essa área do meu corpo é a mais trabalhada com FDB, seja que nível for. Sensação de saciedade.
A tarde no trabalho de maca foi adicionado um ponto extra a uma sequência que fomos iniciado no nível um. Meu parceiro foi Rafael.
Nível II
De todos os níveis que fiz até o presente momento esse foi o que eu mais gostei. A sensação que me deu foi de completude comigo mesmo, foi de realinhamento direto com minha essência, assimilação de uma parte divina que sempre foi minha mas que nunca tive consciência.
Deus está ao meu redor.
Deus está dentro de mim.
Deus está na relação que mantenho com os outros.
E me sinto cuidado. Amado. Protegido.
...
No nível dois é trabalhado a “consciência do osso”. Que viagem. Como pode o osso ter consciência de algo? Nos foi informado que é no osso que é guardado todas as memórias antigas, conhecimentos e dores. Nas palavras de Arna “the bone has so much of our blueprint”, ou o osso possui muito de nossa matriz energética.
Em posterior pesquisa achei em diferente fontes que se por um lado o DNA humano é uma espécie de biblioteca viva, o osso segura todas as informações cármicas de cada pessoa.
Se não me equivoco foi no segundo dia que realmente constatei como a formação em FDB pode afetar uma pessoa fisicamente. Eu tive minha caixa toráxica completamente remodelada. Todas as minhas costelas foram deslocadas de lugar. Parecia que cada costela teve os ligamentos estirados e que foram afastadas umas das outras. Eu mal conseguia andar. Eu precisei de ajuda para poder caminha de volta ao meu quarto ao sair do salão. Fiquei assim uns dois dias. A respiração, entretanto, foi facilitada. Parecia que eu conseguia encher meus pulmões com mais ar. Posteriormente comentei com um dos professores, não sei ao certo quem, e ele achou graça.
A sequência frontal que aprendemos a fazer neste nível para mim é magistral. É a minha favorita.
Dia 1 – 10 Dez 2009
O dia de hoje foi dedicado para expandir o trabalho de formação de pirâmide.
De manhã tivemos a primeira formação. Fomos até a câmara A e produzi um maná energético de cor azul. Não lembro se a cor foi induzida ou se essa foi minha experiência.
Ainda na manhã outra formação, fomos mais além, descemos a uma câmara B. O maná produzido aqui foi viscoso e negro, como petróleo.
Na parte da tarde uma terceira formação, descemos até a câmara C. Mana produzido aqui foi de cor aperolada.
O objetivo das formações foi ampliar a percepção, criar uma expansão de 4º, 5º e 6º dimensão para dar suporte ao trabalho nos dias posteriores e para permitir que o corpo absorva e integre tudo que vai receber.
Dia 2 – 11 Dez 2009
Intenções e partilha.
Formação de pirâmide. Como na última formação do dia anterior fomos até a câmara C.
Nos foi explicado hoje a aplicação do trabalho de nível II, de osso. Casos de artrite, osteoporose, fratura, hernia, doenças autoimune, tudo relacionado à estrutura óssea e à estrutura sanguínea, toda espécie de câncer, HIV-AIDS, lupus, esclerose.
Arna mencionou também “espiritual emergencies, depression e severe conditions of any level”.
Meu parceiro no trabalho foi meu querido Alexandre, um gordinho bonachão super gente boa.
Foi realmente neste segundo dia que tive minha caixa toráxica mexida.
Eu coloco sempre esta sequência dentro de um trabalho de intensivo. Essencial. Aliás, deveria ser matéria constitucional qualquer pessoa receber pelo menos duas sessões de FDB na vida: o estágio um, obviamente, com a nova ativação de cérebro (trabalho de nível V), e então este, o trabalho frontal de nível II.
Na primeira noite que fui ao salão tive a impressão de ter visto a imagem de um rosto com os olhos grandes e um tive espasmo nas mãos. Senti-me muito incomodado. Algo deveria estar sendo feito. Na segunda noite escutei “tome seu lugar no círculo”. Sim senhor!
Pereira me relatou em off depois que não ia para o salão mas escutou alguém o chamando por duas vezes. E isso é bem comum. Por alguma razão, certas pessoas têm medo de ir para o salão, seja de tarde após o trabalho do dia, seja a noite. E várias vezes escutei gente dizendo que só iria se tivesse o nome chamado ou se tivesse um sinal claro. Experimente dizer isso para ver o que acontece. O desfecho é impreterivelmente o mesmo. Sempre.
Dia 3 – 12 Dez 2009
Intenções, partilha e formação de pirâmide.
Na maca minha parceira foi a Sylvia.
Trabalho de osso na parte posterior do corpo. Moldagem da coluna. Em certo momento liquefazemos a coluna, ou a energia espinhal, e a levantamos suavemente e a despejamos sobre nós mesmo. Esse trabalho me passou uma sensação estranha. De não me sentir merecedor ou ser bom o suficiente para receber isso. Na verdade eu não consigo explicar essa sensação, nunca a senti antes. Se eu for chamado faria esse trabalho sem nenhuma dúvida, mas até o presente momento, dezembro de 2010, por mais que tenha já atendido inúmeras pessoas, nunca apliquei em ninguém.
De tarde fomos iniciado no trabalho de drenagem de trauma. Espetacular. Foi uma surpresa receber essa transmissão, eu não sabia que existia, ninguém tinha comentado disso comigo. Foi neste dia que eu decidi que todas a vezes que eu for atender alguém, fora a sessão de frequência propriamente dita, eu aplicaria em seguida a drenagem e o trabalho de cérebro. Só não o faria se fossa claramente avisado para evitar. E eventualmente sinto que em determinada pessoa não posso aplicar. Minha razão para pensar dessa forma é a seguinte: se me disponho em algum momento a cuidar de alguem, e se a pessoa está disposta a receber, vou fazer meu melhor e aplicar tudo que me é possível, da forma mais completa que eu conseguir.
Drenagem de trauma é importante para quaisquer resquícios e traumas emocionais e afetivos que afetem a pessoa. No aspecto físico é funcional para danos de nascimento, paralisia cerebral, traumas com danos no cérebro, seja de que natureza for. Para mim o escopo de atuação vai bem mais além do descrito aqui.
Dia 4 – 13 Dez 2009
Esse foi o último dia do nível II.
Não sei se houve o partilha e formação de pirâmide. Não tenho anotado aqui.
O trabalho de hoje foi somente na parte da manhã. Meu parceiro foi Pedro, um rapaz de 20 anos, alto, forte, bonito e saudável. Durante todos esses dias de nível II Pedro mostrou muita emoção e entrega. Ele emitia sons e cantos maravilhosos durante os trabalhos. Era hipnotizante. Foi um privilégio trabalhar com ele. Na verdade eu sinto sempre que é um privilégio trabalhar com todos.
A atividade consistiu em aplicar a sessão posterior do osso, essa que me fez sentir mal na véspera. A mesma sensação se repetiu, mas completei o trabalho da forma mais pura que me foi possível. Aliás, em poucos momentos eu consegui me entregar tanto como me entreguei aqui. Eu emiti muitos sons, o trabalho comigo enquanto terapeuta foi longo, muito demorado. Depois do último ponto deste trabalho eu comecei a caminhar para o círculo, eu era o último, todos já tinha terminado. Sempre nos é dito que nós não podemos jamais mexer na ordem de uma sequência, e isso eu jamais fiz. Ocorre que eu parei ao pé da maca e muito lentamente me conectei à sola de um dos pés do Pedro com um indicador. Isso não estava no programa e não foi transmitido. Estava esperando levar um esporro dos professores, mas segui. O portal foi ativado (na verdade não sei o que era), emiti sons e cantei com a mente completamente vazia, integrei e sai. Ao caminhar lentamente para o círculo, vi Efren, Miklos e Arna me olhando perplexos. Estava completamente molhado, parecia que tinha saído da piscina. Sentei no meu lugar, todos me olhando. Envergonhado, e isso não é muito comum, abaixei a cabeça. Ninguém comentou nada a respeito.
Nível III
Vai ser engraçado comentar sobre este nível.
No site oficial de FDB em inglês diz claramente: “While one could live solely on Manna without ingesting any food, such an act is an individual choice and not an emphasis of this program. While some individuals have chosen to experience living only on Manna for a few days, months, or even years, at present, most individuals continue to eat food while ingesting Manna”. Minha tradução: “Ainda que seja possível uma pessoa sobreviver somente da produção de maná sem a ingestão de nenhum tipo de alimento, esse ato seria uma decisão particular e não o objetivo primordial do programa. Posto que alguns indivíduos tenham escolhido a experiência de viver só de maná por alguns dias, meses ou mesmo anos, a maioria das pessoas continua a comer normalmente enquanto produz o maná”.
Sério, agora da vontade de rir! Estão dizendo que é possível produzir uma energia de maneira tal que esta energia, o maná, pode nutrir e suprir integralmente o corpo, sem necessidade de alimentação de nenhuma espécie. Acabou a fome na África! O povo agora pode viver de fotossíntese!
Ler isso acima transpôs a minha fé. Eu não acredito. Se sempre tivemos a capacidade de produzir nosso próprio alimento, por que centenas de milhões de pessoas ao longo da história da humanidade morreram de fome? Só pode ser conspiração do McDonald’s.
Não faz o menor sentido. Além da surrealidade. Tem que sacanear mesmo. Lunáticos.
E foi justamente a leitura desse trecho acima que me fez decidir fazer a formação em FDB e os níveis I, II e III no período de um mês.
Escutei um relato que Christine Day e um grupo de tantas pessoas fizeram um teste e todos ficaram um enorme período sem ingerir comida. Escutei um relato de Efren que ele, por escolha própria, ficou um período de 40 dias sem comer. Segundo ele, foi um dos períodos mais felizes de sua vida.
Foi dito no curso que em algum momento as pessoas, muito tempo atrás, por alguma razão, obstruíram o conhecimento e a própria capacidade de se nutrir. Com a ativação de alguns pontos do cérebro e alguns procedimentos iniciáticos é possível realinhar esse dom inerente do ser humano.
Minha experiência: eu não sei se é possível viver só de maná. A produção é algo que demora alguns minutos, pode ser feita em qualquer lugar e a sensação que eu tenho é que enquanto se produz existe um parque de diversão, com montanha russa e tudo, dentro da pessoa. É tão simples e fácil a produção de maná que já cheguei a produzir dentro do cinema e algumas vezes foi até involuntário, principalmente logo após o término do curso. Necessita-se apenas alguns minutos de foco.
Em quinze minutos é possível passar por todo o processo de produzir maná e permitir que o corpo o absorva. É recomendado que se faça isso ao menos duas vezes por dia nos primeiros meses, depois me foi dito que o processo entra no automático.
A produção de maná é tão importante que é o único nível que qualquer pessoa pode fazer sem a necessidade de fazer nenhum outro nível de FDB. Existe um curso de professores de Maná que Christine Day leciona a cada dois anos e por alguma razão ele só é impartido no Brasil. O próximo curso será realizado em dezembro de 2011.
Eu gostaria de tentar passar um tempo vivendo só de maná. Isso seria importante para minha fé. Ou falta de fé. Eu não duvido que seja possível, mas de fato só acredito se eu passar por isso. Ainda não fiz por questões sociais. Como explicar ao meu entorno, meus pais, familiares, amigos que “não, obrigado, não vou almoçar e jantar hoje e pelos próximos 75 dias. Resolvi viver de fotossíntese”?
Em algum momento estarei mais alinhado, mais centrado comigo mesmo, e então, quem sabe, terei desejo e condição de fazer esse teste. Se assim for, anotarei os principais fatos, como início e fim do período sem a ingestão de comida, bem como farei exames sanguíneos para ter um acompanhamento científico mínimo de todo o processo e divulgarei aqui
Dia 1 – 15 Dez 2009
No primeiro dia do curso de maná foi dito que a produção deste nos assiste no processo de ascensão. Ter de volta esse dom também nos permitiria passar por uma eventual escassez de comida que está previsto espiritualmente para ocorrer em algumas muitas partes do mundo em um futuro próximo.
Decorreu daí muitas perguntas e explicações por parte do professor deste nível, que foi o Efren. Escutei atentamente cada pergunta e resposta, mas não anotei e nunca me passou pela cabeça levar um gravador. Recomendo as pessoas que levem consigo, caso não gostem de anotar.
Ocorreu uma partilha em relação a comida, as pessoas relataram as experiências mais marcantes de cada um relacionada à alimentação.
Para este curso nos foi solicitado que levássemos uma pedra especial e uma vela de 7 dias. A pedra iria passar por todo o processo de iniciação com a gente e se nós, no futuro, decidíssemos pela produção de maná, por mais que tivesse passado muito tempo desde o curso, a pedra nos auxiliaria na produção.
Com a pedra nos localizamos primeiro um ponto de pressão, possibilitamos a abertura de um portal, raspamos espiritualmente a parede do estômago e realizamos outros procedimentos que se repetiriam nos próximos dias.
Em determinado momento nós pegamos uma almofada e cada um foi para um canto do salão e pôs-se, sob a orientação de Efren, a construir um casulo que nos protegeria para iniciar a produção do maná. Lembro que alguma pessoas ao logo dos dias relataram que construíram verdadeiras naves estelares (esse povo só pode fumar maconha, não é possivel!) ou lares super aconchegantes. Essa foi uma atividade com a qual eu tive muita dificuldade. Tudo o que me saiu foi no máximo uma oca de barro que mal me cabia.
No trabalho de maca a tarde meu parceiro foi Léo Jardim. Foram ativados 14 novos pontos do cérebro.
Não bastasse o enorme fluxo de energia, combinei com Paula que faríamos um intensivo de cérebro um no outro nos próximos três dias. Nosso esforço esvaiu-se na segunda sessão. Não tínhamos como integrar tanta coisa que estava acontecendo.
Dia 2 – 16 Dez 2009
Intenções e partilha.
A formação de pirâmide agora seria com Estervânia a minha esquerda, Giselle em frente e Ana Cláudia na direita. Seria assim até o final do curso, bem como o lugar que cada um sentou no círculo. Como dito, o lugar que cada um senta no primeiro dia do curso é da pessoa até o final do nível em questão.
Mesmo procedimento com a pedra do dia anterior. Limpou a parede do estômago, as bordas e também raspou o que quer que tivesse que limpar. Depois repetiu-se o mesmo procedimento com o coração. Então foi feita uma ligação entre os dois órgãos.
No trabalho de maca minha parceira foi Dolores. Foi trabalhado neste dia os mesmo pontos do dia anterior, mas em nível mais elevado.
Dia 3 – 17 Dez 2009
Intenções e partilha.
Limpeza do estômago e do coração com a pedra. Hoje a conexão entre ambos foi por meio de um filete dourado. Processo completo.
Trabalho de maca foi com Sylvia. Foi a terceira rodada do que aconteceu nos dois dias anteriores. Ativação em nível mais alto dos 14 pontos do cérebro.
Sentamos cada um em seu canto do salão e deu-se então a primeira produção de maná. Ou tentativa de produção. Neste dia eu deixei minha mente me influenciar e tive dúvidas se iria conseguir completar o processo. Efren me disse que jamais alguém falhou na tentativa de reaprender esse dom.
Cada pessoa iria pegar sua pedra e com o auxílio e proteção da luz e calor da vela iria focar, sem muito esforço, na produção do maná. E logo, quando o fluxo de produção terminasse o corpo iria digerir ou absorver tudo que foi produzido.
Meu sentimento foi inicialmente um calor no peito, mas concentrado, como uma pequena esfera. Senti que um ponto na minha coluna foi aberto, como se fosse a iniciação espontânea de um portal. Tive a impressão que este ponto seria utilizado de alguma forma sempre que o Maná fosse produzido.
Duas ondas amplas, largas, de baixa amplitude, entraram em mim. Vindas de frente, eram leves, sutis e molhadas. Chegaram após alguns minutos de foco na produção. Um terceira onda, ja dentro de mim, que partir do centro do meu peito para a parte inferior do corpo foi minha impressão de ingestão do maná. Tentei produzir algo mais, mas foi inerte. Essa foi minha primeira produção de maná. Eu não fiquei necessariamente frustrado, mas esperava mais.
Dia 4 – 18 Dez 2009
Intenções.
Hoje na partilha foi minha vez de dar a pala. Estava com uma dor na sola do pé direito e contei no grupo que essa dor subia até o calcanhar e descia, em um latejar que não parava. Efren solicitou que eu entrasse na dor. Que a sentisse, que tentasse visualizar cor, consistência, formato ou qualquer outro aspecto que me chamasse a atenção. Era como se fosse um disco em gel que estava impregnado no pé. Meu sentimento foi de insegurança e falta de confiança. Sensação de medo, de guerra e minha própria morte. Um rapazinho na faixa dos 13 anos, cooptado pelo exército romano para o campo de batalha, não sabia como agir, não tinha a menor chance contra absolutamente ninguém. O disco de gel tornou-se de chumbo. Efren disse que me visualizou jovem, manipulado, uma vida desperdiçada. Saí de supetão da experiência, como se tivesse sido atirado para fora dela. A sensação no pé desapareceu.
Efren repetiu ao longo desse dias uma espécie de mantra que imagino servia para ancorar a energia dele e do trabalho. Anotei.
TEÔ ATAIRH TEÔ ADINEARH QUE XATA
Sentamo-nos para a segunda produção de maná. Agora o pau comeu e eu fiquei muito feliz.
Sentei na minha almofada e com a pedra entre mim e a vela. Dessa vez me desliguei das pessoas ao meu redor, esqueci todo mundo. Esqueci-me de mim mesmo. Simplesmente minha mente de alguma forma ficou livre de qualquer interferência racional, parecia que nem ao menos eu estava respirando. Algo começou devagar e sutil. Então um fluxo contínuo de ondas começou a entrar em mim, várias muito forte, e, em determinado momento começaram a acompanhar a batida do coração. Minha mente veio à tona, agora eu podia acompanhar com a mente também o processo, o fluxo já não seria mais influenciado por mim. Vi umas névoas verdes enquanto a produção prosseguia. O processo seguiu ainda por vários intantes, quando diminuiu tive a impressão que muita coisa tinha se acumulado dentro de mim. Alguns momentos depois começou o processo de ingestão para todas as partes do corpo. Na falta de uma palavra melhor parecia que todas as células, órgãos e membros queriam um pouco dessa energia e “ordenhavam” para si um pouco do que foi acumulado dentro de mim. Não havia competição, não ocorreria escassez, tinha mais que o suficiente para saciar tudo e essa consciência estava presente em todas as partes do meu organismo. Depois de minutos ainda existia muita energia dentro de mim.
Na partilha comentei com Efren e ele de fato disse que o acúmulo foi intenso e poderia levar horas até que tudo fosse absorvido.
O trabalho na maca foi com Cláudio.
Dia 5 – 19 Dez 2009
Não anotei nada.
Apenas que o trabalho na maca foi com Laura. Uma bela menina holandesa de 27 anos.
Nível IV
Neste interregno de um ano, desde o término do nível III (cursei os níveis I, II e III de uma vez) até o início do nível IV, apliquei algo em torno de 60 sessões de FDB. A maior parte destas sessões em amigos e conhecidos, sem cobrar nada. Nunca imaginei aplicar FDB de forma rotineira e fiz os cursos para mim mesmo, para minha própria cura, ascensão e consciência.
Aplicar nos outros seria quase que um acidente. Para tanto eu precisaria de um espaço próprio e uma maca. E eu não estava nem minimamente disposto a alugar um espaço, comprar uma maca e ter outros eventuais gastos.
Certa noite, pensando sobre isso no salão, durante o nível III, eu fui bem claro: “se querem que eu aplique este trabalho, até posso, mas que me seja concedido um espaço”. E um espaço apareceu de forma surpreendente.
Comecei aplicando poucas sessões ao longo dos meses e de vez e quando alguém me achava do nada e me perguntava pelo trabalho. Eu não divulgava ou falava do assunto.
Nos dias seguintes ao término do nível III, o maná se produzia sozinho, era de fato uma sensação inusitada, por vezes uma montanha russa dentro de mim, outras vezes era como sensações suaves de marola. Depois de um tempo não ocorreu mais e eu mesmo, por alguma razão, não produzia deliberadamente. Com o passar dos meses aplicar FDB tornou-se menos complicado e as sequências estavam mais claras na minha cabeça. As dores que ocorriam nas aplicações amenizaram. As eventuais e ímpares situações incomuns durante as sessões, as visões estranhas e percepções inusitadas, já não me chamavam muito a atenção e eu já deixava a mente de fora e permitia o trabalho fluir melhor.
Lá por junho de 2010 começou algo interessante. Quando me deitava a noite sentia uma batida na região do peito, como se algo dentro de mim sacudisse. Durava alguns instantes e parava. Foi assim ao longo de semanas, todas as noites, e gradualmente aumentando a intensidade e o tempo de duração. Chegou ao ponto de ocorrer de dia, enquanto realizava minha tarefas cotidianas. Cheguei a pensar em alguma disfunção cardíaca, mas tinha a certeza que era decorrente do processso de integração da força do trabalho de FDB dentro do meu organismo. Lembro de ter escutado que Frequências altera a vibração-padrão e modifica as células, como uma evolução física induzida do corpo humano. Já li que, concomitantemente com a modificação do planeta em nível energético – essa história toda de calendário maia e 2012 –, o corpo humano se modificará, alterando até as sequências de DNA do corpo, passando de duas cadeias para doze. Bem, de qualquer forma foi um equívoco não ter feitos os exames de coração, deveria ter feito. Hoje já não lateja mais, parece que meu corpo ou se recuperou ou absorveu e integrou o que quer que tenha sido.
Se houver interesse em saber um pouco mais sobre a importância do DNA desde uma perspectiva metafísica, dois textos curiosos podem ser lido aqui e aqui.
Em relação ao curso de nível IV, nós fomos iniciados a trabalhar com órgãos, é o que Christine Day chama de Frequência de Brilho medicinal. Podemos agora direcionar o trabalho de forma direta para algumas partes do corpo. No nível IV, fomos iniciados no coração, no fígado, no pulmão e no rim. No nível V os órgãos foram o baço, o pâncreas, o estômago e o intestino delgado. O trabalho de nível IV é mais sutil, como se fosse para regularizar as funções e fortalecer o órgão, assim como superar uma situação que decorre de algo menos tangível, como um problema emocional. O trabalho de nível V já é mais forte, seria para conter e recuperar um quadro clínico crônico de saúde. Fomos iniciados a trabalhar com “instrumentos” capazes de direcionar o trabalho: cristais que foram devidamente “programados” para exercer funções curativas nos planos físico, emocional e espiritual. Os órgãos iniciados no nível IV podem ser trabalhados com o padrão energético do nível V e vice-versa.
Dia 0 – 15 Nov 2010
Chegamos hoje a Imbassaí. O curso começa amanha.
Meu queridíssimo amigo e companheiro de quarto, Cristhian Bertogna, surpreendeu-me com uma habilidade que eu desconhecia e me deu um enorme presente. A ativação da glândula pineal era algo que eu já tinha lido a respeito e tinha muita curiosidade e vontade de ter esse trabalho feito em mim. Também tem um vídeo aqui.
Dia 1 – 16 Nov 2010
Apresentação. Professor deste nível será o Efren e do nível V a amável Arna.
Em todo este nível a parte da manhã se dará com intenções, partilhas e iniciação do som específico para se trabalhar o órgão e com o trabalho de maca na parte da tarde, como o costumeiro.
A iniciação do som dura aproximadamente duas horas. Durante a iniciação de hoje eu senti uma bola na altura do peito, diferente do calor molhado que geralmente sinto e do que senti quando produzi maná pelas primeiras vezes. É uma sensação de frescor.
De tarde, no trabalho de maca, em algum momento vi um sol se abrindo e logo uma espécie de nave negra em um céu claro. Me vi voando com um ser ao meu lado.
Eu já desisti de tentar me criticar por contas destes meus devaneios, agora deixo acontecer e apenas sigo o fluxo, sem duvidar de minha própria sanidade.
Minha companheira de maca foi Maria Ivanilda.
O som curativo do coração é EH KAH NAH TAH CH HEE
Creio que se alguém repetir esse som aleatoriamente, sem o padrão ou a iniciação correta, na expectativa de cura, seria tão eficiente quanto tocar um CD do Legião Urbana na esperança que a grama cresça. A grama pode até crescer se repetir muito o CD, mas evidentemente não seria mérito de Renato Russo, mas do tempo decorrido.
O trabalho do órgão coração é recomendado para quadros cardíacos, obviamente, e demais quadros ligados a veias, artérias e pressão alta.
Alguém perguntou e Efren respondeu que para leucemia recomenda-se sessões mapeadas, órgão coração, osso (nível II) e trabalho de cérebro.
Dia de hoje passou muito rápido.
Dia 2 – 17 Nov 2010
Intenções.
Efren enfatizou a inportância da respiração consciente, da respiração de varredura.
Eu mencionei que estava sentindo falta da formação de pirâmide e Efren disse que não haverá neste nível. O trabalho já é forte demais.
Foi mencionado que o trabalho de nível IV só pode ser feito um por semana. Quando se trabalha o coração, o rim deve ser trabalhado impreterivelmente depois.
Na manhã de hoje a iniciação do órgão “foi maravilhoso, as pernas e os braços formigaram muito”.
O som do órgão fígado é SA NNN DAH KAI NAH.
O fígado foi descrito como um órgão mestre. O trabalho de hoje é recomendado para quem fez ou faz quimioterapia, utiliza drogas diárias, tem dependência em alcóol ou drogas, tem algum quadro de doenças autoimune e apresenta quadro recorrente de raiva.
Trabalho deste nível também é recomendado para hepatite, junto com sessão de rim, osso e coração.
Para se trabalhar a culpa é necessário uma combinação de trabalho de rim, coração, fígado (raiva) e osso (consciência universal).
Se ontem o dia passou rápido, hoje demorou demais. Companheira de maca foi Leonor.
Dia 3 – 18 Nov 2010
Intenções e partilha.
Foi mencionado que para quadros alérgicos recomenda-se trabalho de fígado e cérebro.
Durante a iniciação do som minha garganta ficou bem dolorida, senti pontadas no braço direito e as mãos formigando.
O som do pulmão é VARSAN DAAH KAH.
FDB do órgão pulmão trabalha a “criança interna”, o desejo de morte e o cansaço de viver.
No dia seguinte foi dito também que FDB direcionado ao pulmão exerce cura para casos de enfisema, asma, exaustidão, depressão e doenças terminais.
Em casos de tabagismo, FDB no pulmão é recomendado. Não só por conta da nicotina acumulada no órgão, mas também pelo fato do cigarro ser um subterfúgio para esconder emoção.
Para vícios em geral: cérebro, pulmão e coração. Rim, por consequência da aplicação de FDB no cooração, deve ser adicionado a lista.
Dia 4 – 19 Nov 2010
Acordei extremamente dolorido de ontem.
Intenções.
Na partilha ocorreu uma espécia de frenesi generalizado. Em certo instante tinha uma senhora com a cabeça dentro de um balde, uma mulher no chão se arrastava, um homem fazia movimentos de artes marciais, grande parcela do grupo gritava, uns tremiam, outros choravam. E tinha um domindo tranquilamente no chão.
Eu olhei para o lado e comentei comigo mesmo “bando de loucos”.
O órgão a ser trabalhado hoje é o rim, e está fortemente conectado ao medo e ao pânico. Trabalha-se da mesma forma a criança interna. Neste trabalho deve-se reinvidicar o alinhamento com o a essência divina de cada um.
Problemas na bexiga também estão fortemente conectados ao rim.
Minha parceira no trabalho de maca foi Guaraciara.
Na iniciação ocorreu trabalho com o laser pela primeira vez. Era como se essa luz tivesse vida própria, com plena consciência e independência. Ao começar o trabalho do lado esquerdo, minha impressão é que o laser escaneou o órgão todo por dentro. Depois queimou e em um terceiro momento realizou um trabalho de cicatrização. Do lado direito o trabalho foi bem menos intenso, embora ainda tenha ocorrido.
O som do rim é OBEE SUN AAH.
Dia 5 – 20 Nov 2010
Cristhian é meu parceiro no trabalho de maca.
Hoje foi trabalhado o cérebro.
Iniciação de quatro sons no PAD (Ponto de Acesso Divino).
Iniciação de quatro sons no terceiro olho.
Trabalho de cérebro convencional.
Nível V
Minha avó estava sentindo umas palpitações no coração e o quadro piorou. As palpitações, que geravam fraqueza e falta de ar, agravaram-se e se tornaram mais frequente, de uma palpitação a cada quinze dias para duas por dia. Fiz os cursos de níveis IV e V pensando nela e pedindo para que ela aguentasse até o fim do curso de maneira que pudesse cuidar dela.
Ela aguentou até o fim do curso, mas não o suficiente para que eu pudesse cuidar dela com FDB. Arlete Magalhães Vaz de Oliveira faleceu no dia 26 de novembro de 2010, faltando pouco menos de três meses para completar 99 anos. A ti vovó eu dedico todo trabalho de nível V que eu aplicar e cada cura que se materialize.
O baço foi o primeiro órgão em nível V que trabalhei, menos de três semanas após o término do curso. Esta sessão de nível V foi dedicada à minha avó.
O trabalho de nível V é mais forte e ligeiramente complexo. Trabalhamos não só com o cristal específico do órgão, mas agora também os iniciadores I e II.
Trabalho de nível V é indicado para quadros clínicos delicados, crônicos, agudos, recorrentes e demais adjetivos que se possa pensar para problemas sérios que aflijam o órgão e saúde como um todo.
Neste nível fomos iniciados no procedimento de colheita, no qual se pode “transplantar” frequências saudáveis de um órgão em bom funcionamento para um em estado deteriorado. Com a colheita é dito que se pode evitar o processo de rejeição de um órgão transplantado.
Também é possível criar a matriz para órgãos que não estão mais no corpo físico. Como uma eventual retirada do baço, por exemplo. “Este processo usado para órgãos que não estão presente no corpo físico vai recriar um padrão energético no local, recriando uma matriz energética, que vai restabelecer a energética do órgão na área do corpo.”
Neste nível nos foi lecionado e fomos devidamente iniciados em algo que eu tinha muito interesse: aplicar Frequências de Brilho à distância.
Dia 1 – 22 Nov 2010
Intenções.
Partilha.
Processo de ativação dos cristais iniciadores I e II.
Formação de pirâmide agora não mais ocorre com alguns companheiros de curso, mas sim individualmente.
Companheiro do dia no trabalho de maca foi o Paulo. Um privilégio trabalhar com este senhor.
Som do cristal I: KU RYE EE NAH
Som do cristal II: DEE SAH NAH HEE
Dia 2 – 23 Nov 2010
Intenções e partilha.
Formação de pirâmide com os dois cristais iniciadores.
Trabalhamos o coração. Procedimento é feito para se mostrar como se trabalha um órgão lecionado no nível IV com a energética do nível V. Agora o órgão é trabalho com laser.
Jonas foi o companheiro de jornada.
Cansaço físico extremo ao fim do dia.
Dia 3 – 24 Nov 2010
Intenções e partilha.
Foi enfatizado hoje que o trabalho de nível V são para pessoas com a “saúde realmente comprometida”. Nível V também restabelece a matriz energética do órgão que está faltando.
Será utilizado apenas um cristal para os órgãos pâncreas e baço. O trabalho, deve entretanto, ser direcionado para o órgão antes de ser iniciado.
O som é DAH KEE SOL AAH.
O pâncreas deve ser trabalhado para quadros relacionados a problemas com proteína e enzima, insulina (diabetes) e digestão. Ao se trabalhar este órgão mexe-se com a dificuldade espiritual de “absorver a doçura da vida.” Eu não gosto de explicações tão abstratas.
Deve-se trabalhar o baço em casos que envolvam o sistema imunológico (o que inclui HIV) e a produção e renovação de células no sangue (plaquetas e hemácias). O baço é espiritualmente a força de viver. Provê alimento para a alma e permite que se aprenda as lições da vida.
Graça foi minha companheira de trabalho do dia.
Durante o trabalho da tarde, “antes mesmo do trabalho começar eu já estava no portal das estrelas. Senti o baço, o pâncreas, o osso do quadril, a rótula do joelho e o tornozelo da pessoa na maca serem trabalhados antes mesmo de começar o trabalho em cima do órgão, ainda na fase de preparação.
Ainda na rotação “vi” umas luzes dentro do corpo, que se iniciaram no pontos B (cor avermelhada) e no ponto C (verde fosforescente).
Quando se ia iniciar a aplicação do laser, propriamente dita, na hora em que o dedo pára sobre o corpo e o físico energético desce até o órgão, senti não apenas um ponto descendo, mas três.
Dia 4 – 25 Nov 2010
Intenções e partilha.
Na parte da manhã fomos ensinados o procedimento de colheita, a sedimentar a matriz energética do órgão ausente no corpo e como se deve proceder para realizar uma sessão de FDB à distância.
Minha companheira do dia foi Heloísa.
A tarde os órgão trabalhados em nível V de Frequências de Brilho foram o estômago e o intestino delgado.
O som é KAH DEE SHAR NAH.
Dia 5 – 26 Nov 2010
Último dia de curso. Começou meia hora mais cedo para permitir que alguns colegas pegassem os devidos vôos para casa. Sem imaginar, eu fui beneficiado mais tarde.
O trabalho foi o procedimento de colheita de frequências saudáveis do rim da pessoa e passá-los para o outro rim. Minha companheira foi a Cláudia.
Minha avó faleceu nesta manhã. Fui direto para Belo Horizonte.
Nível VI
Em um ano, após o fim do nível III até o início do nível IV, eu devo ter aplicado umas oitenta sessões de Frequência. O meu nível V terminou em 26 de novembro e nos 21 dias seguintes apliquei 24 sessões. No começo do ano apliquei mais algumas poucas, mas ficou por aí. Uma série de fatores pessoais me levou a seguir por caminhos “burocráticos”. Fora isso fiquei meio bloqueado, por alguma razão. Mapear uma sessão era custoso e estava me consumindo, resolvi ficar tranquilo.
No nível VI nós começamos a trabalhar com o Diamante de Luz (DDL). O diamante de luz é uma conexão direta com a consciência universal. Sua função é conectar a pessoa com a fonte que emana a força vital de todos os seres. Neste nível continua-se a “FDB medicinal”, aprendemos a trabalhar diretamente o intestino grosso e os órgãos sexuais.
Esse foi o primeiro nível que tive Christine Day como professora. Só tive breve contato com ela nas transmissões que ela fez em Brasília.
Dia I – 11 Mar 2011
O que me chamou inicialmente a atenção foi o número de participantes. Total de 50 pessoas, incluindo Christine Day, a queridíssima Alisa, Miklos e as duas assistentes. Esse foi o primeiro curso que fiz que não teve a participação de Efren.
Na parte da manhã ocorreu a apresentação das pessoas e logo o primeiro trabalho, de conexão com a consciência universal. As pessoas no círculo seguravam o Diamante de Luz (em geral essa peça é um diamante de Herkemer) e recebiam da pessoa do lado o DDL de Christine Day e então haveria uma conexão entre as duas peças. É interessante que eu sempre achei esse tipo de atividade meio “viajante”, nunca dei muita atenção a esse povo “new age”. Mas Frequência foge de todo tipo de convencionalidade que eu conheço e o bem que faz, ou que pelo menos o bem que me faz sentir, é indefinível. Em certo momento tive a impressão de estar em três lugares ao mesmo tempo. Comentei com Christine e a resposta dela foi: “So, you were multiplexing”. Então tá.
No evento seguinte Christine “desenhou” os três símbolos do nível em nossas testas e depois “selou” com a palma da própria mão.
A tarde trabalhamos pela primeira vez na maca e utilizamos o Diamante de Luz. Minha parceira foi Sônia. Trabalhamos algumas vezes no “Ponto de Acesso Divino” (PAD, na altura da garganta, que é por se entende que o ser recebe e emite a essência divina) e pontos na altura da escápula (memória do osso, que trabalha a herança cármica da pessoa).
O som do DDL é SUN DAH EE.
Ao fim teve a partilha e lembro claramente da partilha de duas pessoas. Um colega teve um contato com um búfalo branco gigante, que o acordou tocando-lhe com o focinho. Christine Day comentou algo xamânico a respeito, que era a representação, ou a própria energia feminina. Mencionou algo de “mulher búfalo branco”. Outra colega comentou que teve a visão parcial de rosto cujo olho não era humano. As vivências de Frequências de Brilho não se compram em qualquer farmácia.
Dia II – 12 mar 2011
Intenções.
Partilha. Embora o grupo seja formado por 50 pessoas, essa foi a partilha mais rápida que presenciei. Apenas uma pessoa testemunhou na parte da manhã.
Repetimos ontem os dois processos da parte da manhã de ontem, tanto a iniciação do Diamante de Luz, passando o DDL de Christine Day pelas mãos de todos como o desenho dos símbolos na testa e depois selando com a palma da mão. Lembrei muito de minha ex-namorada.
Entre as duas dinâmicas eu me senti muito impaciente, pés formigando, me vi de fora com bernes e larvas saindo de meu corpo. Lembrei que andei tendo sonhos esporádicos nos quais sou devorado por animais diversos. Em uma mesma noite fui comido por crocodilos, lobos e ainda cai com um enxame de abelhas. Isso é mais inusitado levando-se em conta que eu não costumo lembrar meus sonhos. Comentei com Christine e ela me trabalhou na frente do grupo, essas são as sequências dos devaneios: impaciência, dor, impotência, amarrado sob o sol, sede, queimaduras, círculo amarelo, espaço amarelo claro, vazio, morte, alívio.
Impressão de várias vidas e morte, não sei ao certo. Palavras não alcançam.
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Uma colega do círculo relembrou uma manada de cavalos brancos que via na infância. Outra moça relatou a experiência de ser guilhotinada. Imagino que Robespierre não tenha sido realmente um cara de extremo carisma.
Iniciação do cristal estabilizador, que será sempre trabalhado com o Diamante de Luz. O som do estabilizador é YA NAH AH SHEE.
Enquanto Christine explicava as funções e a aplicação do Diamante de Luz, um sentimento muito grande de paz e completude me subiu. A atuação direta do DDL é em seis regiões do corpo e não dura mais que 5 minutos. Catalisa o efeito de todos os trabalhos de FDB e pode até ser feito depois do trabalho de cérebro sem a necessidade de se esperar os 10 minutos. Curti horrores.
Minha parceira de maca foi Graça Maria.
Dia III – 13 mar 2011
Acordei com muito sono. Não queria conversar com as pessoas.
Partilha forte, muitas pessoas em catarse.
Ocorreu novamente a iniciação com o DDL, cada um com seu próprio diamante na mão esquerda e recebendo e passando o de Christine com a mão direita até passar por todo o circuito de pessoas.
Hoje fizemos a iniciação de trabalho do intestino grosso. É neste órgão que o medo se localiza e acumula. “Fear itself does not hurt, only the ego mind can hurt one”. O medo por sí só não machuca, é a mente do ego que pode machucar as pessoas. O coração puro não tolera ou permite o medo, pertence às 4º e 5º dimensões. O medo pertence a essa nossa ilusão de 3º dimensão. É uma ilusão persistente, que machuca, mas uma ilusão a qual todos estamos destinados a transcender, mais cedo ou mais tarde, de uma forma ou outra.
O som é AH NAH SHAY TAE.
Formação de pirâmide para iniciar o cristal do órgão. Durante o processo um dos vêrtices da pirâmide surgiu fincado no solo. Estendi as palmas das mãos o os pleiadianos à minha esquerda e à minha direita tornaram-se um comigo. O pleiadiano em frente fundiu-se com minha coluna. E ao mesmo tempo que estavam em mim, estavam em seus lugares na formação. Um poço, fosso circular no meio da pirâmide estava preenchido por chamas, vi-me dentro, e comigo estavam um búfalo, um cervo e um gorila, que já me haviam feito companhia em módulos anteriores. Ao fim, quando estava integrando senti uma serpente deixando uma marca em uma de minhas mãos e nas mãos de outros colegas de curso. Esta bem, eu admito, isso aqui está mais para um zoológico.
Carmem Paula foi minha colega de trabalho.
Durante a demonstração do trabalho com Alisa eu senti muita raiva, não sabia de quem e nem do quê. Foi muito forte, fiquei andando de um lado para outro, movendo-me sem parar. Cheguei a sentir o gosto de sangue na boca. Ao fim do dia Christine explicou que o medo decorre de uma situação de impotência, e que a impotência gera raiva. Faz sentido.
O intestino grosso foi trabalhado no nível IV e logo após aplicamos o Diamante de Luz.
Dia IV – 14 mar 2011
Sinto dor muscular, dor no corpo desde o fim do trabalho de ontem. Parece que treinei o dia todo.
Muitas intenções.
Partilha muito forte. Pelo menos duas colegas demandaram muita atenção de Day. “A dor não é você, você é muito maior que a dor”.
Em relação ao trabalho de ontem, outra área acumula o medo fora o intestino grosso, a coluna (em especial a área abaixo da linha do coração e acima da crista do ilíaco). Foi lembrado que quando se trabalha o rim se trabalha a criança de cada um. Um medo gerado na infância pode, e deve, ser cuidado por meio de trabalho do rim. E uma vez que se trabalha o rim, como já dito algumas vezes, deve-se sempre trabalhar o coração.
Para Alzheimer e Parkinson deve-se trabalhar sessões mapeadas, trabalho de cérebro e DDL da região número 1 (sistema nervoso e base da coluna). Quando o dano ao cérebro decorre de eventos externos (pancadas, acidentes), de maneira que tenha comprometido o bom funcionamento pela diminuição do fluxo de oxigênio à área, recomenda-se sessões mapeadas, trabalho de cérebro e DDL da região 2 (cérebro e terceiro olho.)
Ocorreu uma intensificação do processo de símbolos.
Trabalhamos pela primeira vez com o cristal dos órgãos sexuais e do aparelho reprodutor. Com a cura e o fortalecimento dos órgãos sexuais e do aparelho reprodutor, a criatividade é catalisada e amplificada. Aprendemos a lidar melhor com a separatividade do sexo oposto. Foi dito que abusos sexuais em crianças muito novas (se ocorre em adulto imagine uma criança...) gera danos no cérebro decorrentes de trauma físico. O cristal do órgão sexual, portanto, trabalha bloqueios, traumas e crenças que envolvem a sexualidade.
Com este trabalho objetiva-se alcançar o pleno funcionamento do cérebro e do coração. Encantamento, prazer, alegria, força, vitalidade e criatividade. Christine foi bem clara: “para a pessoa evoluir espiritualmente é mandatório lidar com a sexualidade”.
O som do trabalho do órgão sexual e do sistema reprodutor é ZAY GAN TARSH EE.
Minha parceira de trabalho foi Ruth.
O trabalho de maca de hoje foi o primeiro que realmente gostei, que de fato senti satisfação em aplicar uma sessão de Frequências de Brilho durante a sessão. Eu já havia me sentido realizado várias vezes em aplicar uma sessão, mas sempre depois que terminava. Hoje eu aproveitei durante o processo, durante a dinâmica, foi uma espécie de sensação de completude. Lembro que inúmeras vezes, ao aplicar uma sessão de FDB, eu sentia dor e desconforto durante a sessão. Nas últimas semanas eu estava desconfortável até para mapear. Não obstante, sempre apliquei o trabalho porque tinha consciência que me faria muito bem e para a pessoa na maca, gostasse eu ou não. Hoje foi diferente, foi muito bom. Compartilhei no círculo. “So be it”.
Dia V – 15 Mar 2011
Intenções e partilha.
Aprofundamento com o Diamante de Luz.
Parceira Ângela.
16 Mar 2011
Dia de intervalo entre os módulos VI e VII, passei o dia na pousada.
Hoje é um dia paradigmático em minha vida. Exatos dois anos do ápice de uma série de eventos. Eu poderia dizer que me fez melhor e mais forte, mas a verdade é que me marcou muito. Foi o que de mais sem sentido aconteceu em minha vida. E doeu muito.
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22:20, acabei de voltar do salão. Na hora que deitei na maca deixei mente passear e divaguei livremente. É sempre bom “viajar” tranquilo. Depois de alguns instantes meus pés começaram a formigar. Vi em alguma parte do meu corpo, talvez do braço, algo saindo, era uma espécie de larva. Como em uma montagem de vários frames de photoshop, à medida que o verme branco ia saindo ia se tranformando em outras matérias. Primeiro vi a cabeça de um pássaro pequeno e delicado, como uma andorinha, depois virou a cabeça morta de um pássaro cujo o bico me lembra uma gaivota. A mudança continuou e tomou várias formas, lembro de serpente e bem ao final quando saiu completamente de meu corpo,virou uma espécie de dragão que abriu as asas e essas viraram pétalas de flores, bromélias, não sei, e desceram ao meu peito e se tornaram vários cristais pontiagudos que foram absorvidos pelo corpo. Vi-me deitado a alguma distância, na penumbra. Do meu peito saiam luzes violeta e acima pairavam fortes luzes douradas e brancas, brilhantes. Enquanto escrevo, a imagem está bem forte na mente.
Eu não sei se deveria escrever esse tipo de coisa, não sei o que significa, não sei quem vai ler estas palavras, não sei se deveria ter vergonha. Eu não sei quase tudo.
Nível VII
Consigo ver o trabalho deste nível ser realizado em três frentes distintas (distintas em termos, os trabalhos de FDB convergem em cura, consciência e ascensão): i – aprofundamento do Diamante de Luz, ii – somos trabalhados e capacitados com os “órgãos” pele e sistema linfático, iii – aprendemos o padrão de cura número 1 – com o qual, segundo consta, nos permite lidar com traumas emocionais extremos (traumas de guerra, estupros e outras coisinhas agradáveis e delicadas).
Assim que entramos no salão a disposição do ambiente está distinta do que estamos acostumados. Ademais do círculo onde sentamos todos, existe ao lado outro círculo com cristais enormes ao centro, ao qual temos acesso somente em momentos específicos e sob os cuidados de Day. É a Câmara da Fundação cuja função é “sustentar o ser divino”, conectando-nos com o Circuito Universal. Este Circuito permite um maior alinhamento com nossa essência e desperta outro nível acelerado de cura dentro da estrutura celular - “brings another level of healing within the cellular structure”.
Dia I – 17 Mar 2011
Intenções e partilha de sempre.
Alinhamento com três corpos energéticos fora da aura. Com o primeiro corpo a sensação era que um feixe de luz clara e consistente, como um cometa, saia para cima e enxergava tudo ao entorno. Foi para muito longe, mas eu não senti esse feixe se deslocando ao logo do tempo e da distância, era como sempre estivesse lá. A luz violeta no meu peito relatada no dia de descanso reapareceu, e de violeta amarelou-se e também adquiriu tons verdes. Na segunda vez eu não subi, uma névoa apareceu em baixo de mim e meu corpo ampliou de tamanho, algo no centro de minha testa apareceu, no local onde chamam terceiro olho. No terceiro momento apareceu um cristal gigantesco dentro de mim, com a ponta para cima e totalmente transparente, não fosse uns rutilos ou fumaça verde escura na parte inferior.
A próxima dinâmica foi a utilização do código pensamento BE SHAN NAR (não é som!) para acessar o Circuito (ou mandala) Universal. É feito no círculo da Fundação.
Formação de pirâmide com o DDL. Mais um acesso ao circuito universal.
Os parceiros hoje são Leonardo e Boldin.
No trabalho de maca foi feito a “Energia de Fundação do Circuito”. Trabalho belíssimo de força vital por meio das palmas das mãos no peito direcionando aos pulmões.
Dia II – 18 Mar 2011
Dormi no salão, acordei às 05:30 com Miklos me tocando para fora.
Gritaria na partilha foi grande. Christine: “good noise everyone, I see the energy moving. A lot of beauty in your spirit”. Daí se tira.
Muitos relatos de abusos sexuais. Um colega estadunidense teve um processo alucinante, em determinados momentos "quicava" pelo círculo para, logo, tombar como uma árvore cortada.
Alinhamento com os três corpos energéticos, exercício repetido duas vezes. As experiências foram totalmente diferente de ontem, não sinto a necessidade de relatar.
Iniciação do Padrão de Cura número 1.
Recebemos e selamos os símbolos.
Diamante de Luz do nível VI é substituído pelo DDL do nível VII. Duas regiões foram adicionadas, os símbolos se tornam multidimensionais. O novo som do DDL é SUN DAH EE SHAH e esse padrão energético será mantido até o nível 20.
O Padrão de Cura #1 é possível ser feito a distância.
O DDL não é possível fazer a distância, pelo menos não no nível que me encontro. Escutei que no nível XVI teremos suporte energético para fazer todos os trabalhos de FDB à distância.
Três trabalhos de maca hoje a tarde:
1- Preparação do Padrão de Cura #1,
2- Padrão de Cura,
3- Trabalho das duas novas regiões do DDL.
Leonardo e Betânia
O Padrão de Cura 1 deve ser feito antes de qualquer outro trabalho na sessão e o tempo não conta para os 30 minutos de trabalho quando aplicado em crianças. Pode-se fazer em uma mesma sessão o PC#1, drenagem de trauma, trabalho de cérebro e DDL, necessariamente nessa ordem. Fora esses, o Padrão de Cura 1 não deve ser feito com nenhum outro trabalho de FDB. Deve-se ressaltar que o PC #1 atua sobre o corpo por um mês, e por seis semanas não se deve repetir.
Dia III – 19 Mar 2011
Segundo dia consecutivo que durmo no salão. Hoje foi Day quem me acordou.
O círculo parecia uma tribo indígena tal a força xamânica que se iniciou com batidas rítmicas espontâneas no chão do salão. Ainda não tinha visto algo assim como o que presenciei hoje na partilha.
Novo trabalho com os três corpos energéticos. Segundo informado, esse alinhamento objetiva a “ressurreição das células com regeneração de todas as estruturas” decorrente do ancoramento de freqüências mais altas e de um novo padrão de auto-cura. “It is a awakening process”.
Dinâmica pelo Circuito da Fundação e integração nas macas.
O trabalho de hoje é com o sistema linfático e no nível não físico trabalha-se a “congestão emocional”. Congestão emocional é a emoção retida adensada. Quando nos agarramos ao “drama”, a emoções antigas (ressentimento, vergonha, mágoa, frustração...) de maneira profunda e sem vontade de nos desfazer, o que ocorre é uma disfunção que começa como congestão e pode degenerar para algo crônico. Para esse casos o processo de auto-introspecção é mandatório e é isso que o trabalho do sistema linfático objetiva.
Formação de pirâmide para iniciar o cristal do sistema linfático. Som é CHEE NAH DAH.
Um colega teve um surto de pânico durante e após a formação. Christine trabalhou a criança dele.
Trabalho hoje foi com o Maurício.
Vou tentar deixar mais claro a diferença entre as atuações do Padrão de Cura #1 e do trabalho no sistema linfático. PC #1 direciona-se para pessoas que passaram por trauma emocional extremo, como traumas de guerra, estupros, perda de filhos, e até resquícios de outras vidas. Trabalho no linfático é necessário quando a própria pessoa não sublima algo que a marcou e decide segurar dentro de si, gerando posteriormente a congestão emocional. Talvez uma forma de entender melhor seja que aquele, o PC #1, é para algum fator externo ao qual a pessoa que foi submetida não teve nenhum controle em relação aos fatos. O linfático é necessário quando, por alguma razão, a pessoa se agarra à alguma emoção negativa e essa acarretou desalinhamento físico, como câncer. Aliás, linfático não só é extremamente recomendado para o tratamento de câncer, como para evitar que pelo linfático as células cancerosas se espalhem pelo corpo.
Dia IV – 20 Mar 2011
Antes de começar os trabalhos do dia, Christine Day fez de manhã demonstração e tirou dúvidas, por solicitação de um colega, acerca da drenagem de trauma.
O trabalho do dia é com a pele. Segundo foi passado, pele é o maior órgão do corpo humano, possui freqüência elevadíssima para trabalhar e Christine solicitou muito foco. Ela disse que a energética se deve ao fato de ser a primeira parte formada no embrião quando começa a se desenvolver.
Os três corpos energéticos que trabalhamos nos últimos dias são formados, espiritualmente, junto com a pele. O processo de preparação para se trabalhar com este órgão está diretamente vinculado ao alinhamento do ser divino de cada um.
O som da pele é EE SAN TAY.
Problemas de pele estão ligado à auto-condenação e à ausência do auto-perdão.
Antes do trabalho da tarde fizemos a formação de pirâmide para iniciar o cristal da pele e mais uma vez a dinâmica do alinhamento dos três corpos energéticos, que foi muito forte para mim.
Companheiro de trabalho foi Boldin.
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Foi minha pior experiência com FDB até hoje. Assim que começou queria que acabasse logo. Tentei racionalizar e a razão era que eu não queria passar pelo processo, talvez não muito confortável, de cura, queria me sabotar. Tentei me concentrar, colocar foco, fiz o que tinha que ser feito, mas ainda assim foi muito ruim.
Christine me trabalhou no círculo, me deu suporte.
Eu não tinha força para emitir sons. Apenas soprei. Era um vazio em minha perna direita. Insuficiência, impotência, mas não sei se injustiça. Morte. Alívio.
Christine mencionou a morte como parte do próprio processo de cura. Preciso descansar. Hoje eu tive demais.
Dia V – 21 Mar 2011
Parceira de trabalho de maca foi Sonia.
O trabalho demandava um segundo código de pensamento que neste nível foi usado só uma vez. Não me sinto a vontade de escrevê-lo aqui.
O código é usado para levar a um mais profundo espaço multidimensional, que, de acordo com Day, leva à consciência coletiva de luz. O objetivo é tornar-se mais completo, e, por conseqüência, deixar os outros mais completos. “You aligning with you”.
Terminei o trabalho com a impressão de um campo energético cobrindo as duas mãos. Curti.