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Foi por meio de Irene Moreira Taitson que escutei falar sobre Frequências de Brilho pela primeira vez em 2005. Irene é uma pessoa extremamente espiritualizada e consciente.
Quando ela mencionou FDB senti uma sensação estranha no mesmo instante, uma curiosidade de saber mais sobre esse termo inusitado misturado com uma necessidade de experimentar o trabalho. “Não sei do que se trata, mas eu preciso disso”.
Cheguei ansioso para minha primeira sessão. Deitei na maca e vi Irene colocar as mãos na altura do próprio coração. Com os dois dedos da mão direita ela desceu a um ponto na altura do meu peito, tocou, e a mão rapidamente subiu e desceu até o mesmo ponto. Ela repetiu isso algumas vezes, sossegou a mão, para em seguida colocar o polegar da outra mão no mesmo lugar e descer suavemente novamente com a mão direita agora em um ponto na altura da costela.
Posteriormente me dei conta que esse procedimento faz parte da sequência do denominado “Estágio Um”, que é a primeira sessão que uma pessoa recebe, igual para todos. Tem a função de “abrir o coração” e preparar o corpo para o recebimento de frequências, vibrações, informação, consciência e cura de dimensões mais elevadas que a nossa.
A percepção visual foi muito diferente do que senti durante a sessão. Eu que esperava algo suave, que me deixasse relaxado, calmo, não tive nada disso. Foi o extremo oposto. A partir do momento que Irene encostou meu corpo minha sensação durante toda a sessão foi de ansiedade, angústia e agonia. Era um incômodo inexplicável, minhas pernas formigavam, eu apertava minhas mãos e suava frio. Tinha vontade de segurar as mãos dela, levantar-me e sair correndo. Queria que a sessão terminasse logo, mas pareceu que durou uma eternidade. Em outras palavras: foi horroroso. Na hora meu pensamento foi o seguinte “Estou pagando, não vou parar no meio, vou ficar até o fim. Pelo menos espero que me faça bem.”
Saí da sessão meio transtornado, sem saber o que dizer para Irene, se agradecia ou se xingava. Afinal, como é possível uma pessoa em sã consciência submeter-se a tal experiência?
Retornei mais três vezes em um período de um mês e meio.
Hoje imagino que obtive o que necessitava à época. Somente em 2009 voltei a lembrar que FDB existia. Foi uma queridíssima amiga, Juliana, quem me fez reavaliar o assunto. Juliana também conhecia Irene, tinha recebido algumas sessões, e certo dia me disse que faria o curso de formação de Frequências de Brilho em Imbassaí, cidade no litoral norte da Bahia. Iria ficar 14 dias internada em uma pousada que fora reservada exclusivamente para o curso.
Mais uma vez um estalo me veio. Eu precisava fazer essa formação de qualquer jeito. O inusitado foi que não somente fiz o curso de formação em Frequências, nível I, como fiz de uma vez o curso avançado, que consiste nos níveis II e III e que começaria uma semana terminado o primeiro curso. Viajaria dia 15 de novembro de 2009 e tudo só terminaria dia 19 de dezembro deste mesmo ano, somente com uma semana de descanso entre os cursos.
Até hoje não sei como consegui levantar recursos para o curso muito menos como tive cabeça, à época não estava equilibrado financeiramente e o emocional estava abalado por conta de uma ex-namorada que tinha partido. Talvez justamente por isso tenha decidido fazer os cursos. São nos momentos de crise que o homem age. A necessidade é mãe de toda a criação.